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Formação de negros e indígenas prevê oferta de bolsas nos EUA

A cooperação internacional destinada a implementar o Programa de Desenvolvimento Acadêmico Abdias Nascimento foi tema de debates nesta quinta-feira, 29, no Ministério da Educação, em Brasília. Parte das bolsas de estudo previstas no acordo de cooperação será oferecida pelo programa Ciência sem Fronteiras.

 Participaram do encontro representantes da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC, das Universidades e Instituições Comunitárias de Ensino Superior Historicamente Negras (HBCUs) dos Estados Unidos e do Movimento Negro brasileiro.

 O programa Abdias Nascimento surge para oferecer experiências educacionais em ciência, tecnologia, inovação e formação de professores. Tais experiências destinam-se a complementar a formação do estudante brasileiro, notadamente negros e indígenas. O público do programa é aquele compreendido em iniciativas de ação afirmativa, como a Lei de Cotas [Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2013], o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O combate ao racismo e a promoção da igualdade também são alvos da cooperação internacional em debate.

 As HBCUs formam um conjunto de 106 instituições públicas e particulares criadas na década de 60 do século passado para atender à comunidade negra dos Estados Unidos, mas recebem estudantes de diversas nações e etnias. A maior parte das instituições está localizada em estados e territórios norte-americanos com histórico de escravidão.

 Diversas instituições de ensino historicamente negras daquele país participam do  programa Ciência sem Fronteiras.

Diego Rocha

 

Palavras-chave: cooperação internacional, bolsas, HBCUs, Ciência sem Fronteiras

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